Marcela Passamani comemora aniversário nesta sexta-feira. Ela é conhecida por sua disposição e, como geminiana inquieta, equilibra compromissos, família e uma rotina cheia de atividades sem perder o bom humor. Entre um compromisso e outro, ainda encontra tempo para cantar, dançar e cozinhar. Após sete anos no comando da Secretaria de Justiça e Cidadania do DF, Marcela vive uma nova fase, mas mantém o ritmo acelerado. A ex-secretária do DF também se destaca por seu envolvimento em projetos e ações voltadas à população. Apesar da correria, o aniversário será celebrado de forma reservada, em clima intimista, ao lado da família e de amigos próximos.
Nos Estados Unidos, o uso de peptídeos virou moda. Esses aminoácidos atuam como mensageiros biológicos, sinalizando para as células regularem funções como metabolismo, imunidade, inflamação e produção hormonal. Os peptídeos de colágeno e os anti-inflamatórios são os mais procurados, principalmente pelo público feminino. Além das versões injetáveis, eles também estão presentes em cremes com GHK-Cu. A tendência, segundo a coluna, deve chegar ao Brasil em breve.
A Faculdade Presbiteriana Mackenzie Brasília receberá, no dia 8 de junho, o evento Influência que Move – Summit Brasília. O encontro reunirá nomes de destaque das áreas de Comunicação, Direito e relações institucionais. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, está confirmado e fará a palestra de abertura. O evento é promovido pela Race Comunicação em parceria com o Mackenzie e a PRGN.
O cerimonialista Marcelo Pimenta oficializará sua união com o bancário Nalberto Rodrigues no dia 26 de junho. A cerimônia e a festa serão realizadas no Clube Naval, localizado às margens do Lago Paranoá.
O Centro Indígena de Aprendizagem do Rio Negro, apoiado pelo Instituto ANABB, está entre os finalistas da 13ª edição do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social. Os vencedores serão anunciados nesta sexta-feira em evento no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). O projeto foi desenvolvido em parceria entre a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro. A proposta busca ampliar o acesso à energia limpa em comunidades indígenas remotas da Amazônia, substituindo geradores a diesel por sistemas de energia solar. O projeto também promove a capacitação das comunidades.
