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Farmacotécnica: 5 décadas de inovação em manipulação no DF

Farmacotécnica: 5 décadas de inovação em manipulação no DF

O JBr Talks inicia uma edição especial que, em cada episódio, receberá um vencedor do Top Of Mind Brasília. No primeiro episódio desta nova fase, os convidados são os representantes da Farmacotécnica, marca vencedora do Top of Mind na categoria Farmácia de Manipulação por 22 vezes. A empresa completa cinco décadas de atuação no Distrito Federal. O bate-papo estará disponível no canal do YouTube do JBr no dia 3 de junho e abordou a construção da trajetória da empresa no quadradinho desde 1976.

No podcast, o fundador e diretor farmacêutico Rogério Tokarski e suas filhas Romy e Rogy Tokarski conversaram com o apresentador Marcelo Chaves. Eles falaram sobre a longevidade da empresa e a transição de geração para geração na família. Também discutiram a evolução do setor, especialmente nos últimos dez anos. Segundo Rogério, o Brasil tem cerca de 7.500 farmácias magistrais, e o Distrito Federal se aproxima de 200 estabelecimentos, um número que mostra a importância desse mercado que a Farmacotécnica ajudou a desenvolver na capital.

Rogério contou que, quando era estudante de farmácia, já entendia a necessidade de personalizar o medicamento para cada pessoa. Esse continua sendo o foco principal da empresa. Romy explicou que a personalização dos medicamentos é feita com alternativas para veganos, como cápsulas de tapioca. “No passado não tinha muita alternativa. Então, tem toda uma aceitação para esse público bem específico, também tem para crianças que têm alergias a alguns componentes. A gente consegue tirar todos esses componentes, consegue fazer completamente cruelty friendly de todos os jeitos possíveis”, disse. Ela repetiu uma frase da irmã Romy, afirmando que a personalização é o futuro desde o início da fundação da Farmacotécnica.

Romy destacou que a farmácia de manipulação personaliza não só a forma farmacêutica, mas também a dose ideal, misturando os insumos conforme a prescrição médica. “Então, a farmácia de manipulação atende o paciente na sua integralidade e individualização”, afirmou.

Rogério comentou sobre o início da marca e a escolha de Brasília para fundar a farmacêutica. Ele levou em conta o cenário financeiro da época. Com capital pequeno, viu na capital federal, que ainda dava os primeiros passos, um potencial maior do que centros como São Paulo, onde o aluguel era mais caro. Ele destacou que, mesmo com a facilidade oferecida pela capital, o início exigiu estudo e superação de obstáculos logísticos, como a busca por insumos de qualidade e a falta de embalagens e rótulos. A melhora veio com o investimento pioneiro em tecnologia e informática, que começou com a compra de uma máquina de escrever IBM e a transformação dos processos da empresa.

Foi ressaltado que o foco da marca é usar a tecnologia para oferecer o melhor à população. Rogy contou que, há três anos, a farmacêutica usa os serviços da inteligência artificial Mars. “O Mars é um equipamento para fazer xarope, cremes, anestésicos específicos. Ele é como se fosse um moinho que faz uma trituração de micro partículas para a melhor absorção na pele”, explicou. A Farmacotécnica foi a quinta empresa no Brasil e a única no Centro-Oeste a adotar esse serviço na época. “Esse é um investimento muito grande que faz toda a diferença no tratamento, porque quando a absorção está melhor e mais eficaz, a pessoa consegue sentir diferença”, disse.

Rogério afirmou que pretende tocar mais projetos para melhorar as tecnologias do empreendimento. “Nós temos que ter qualidade, o meu norte de vida é qualidade”, frisou. O episódio completo estará no YouTube, e cortes da gravação serão publicados nas redes sociais.

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Sobre o autor: Sofia Almeida

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