Julio Rocha segura filho em 3D antes do nascimento

Na noite desta sexta-feira (24), o ator Julio Rocha publicou em seu canal no YouTube o processo de transformar as imagens do ultrassom de sua esposa, Karoline Kleine, a Karol, em uma réplica física do bebê. A peça foi produzida em uma impressora 3D na própria casa do casal. Karol está no nono mês de gestação e pode entrar em trabalho de parto a qualquer momento. Dessa forma, o quarto filho do casal foi segurado no colo, comparado detalhe por detalhe com o ultrassom e conhecido pelos irmãos antes do primeiro choro.
O casal decidiu manter em segredo o sexo do bebê. Ninguém da família sabe se é menino ou menina. Julio transformou isso em uma regra ao pedir para os filhos José, de 7 anos, Eduardo, de 6, e Sarah, de 3, imprimirem o irmão sem tentar descobrir nada pelo caminho. “Ninguém pode saber se é menino ou menina, combinado?”, avisou, prometendo uma medalha para quem se comportasse. Ele disse ainda que a mãe é a impressora 3D mais avançada do planeta. Sobre a criança que está por vir, afirmou que não sabem o que está na barriga, mas sabem que já é muito amada.
O vídeo foi publicado na sexta à noite, com a gestação em reta final, registrando os últimos dias da família com cinco integrantes. O material não é um conteúdo aleatório de arquivo. A escolha foi consciente: o material mais valioso para um pai criador de conteúdo é o “antes”, e esse período tem data de validade curta. Se o vídeo saísse duas semanas depois, provavelmente não existiria mais uma família de cinco para filmar.
A escolha estética também foi destacada. Julio optou por não revelar o sexo do bebê, informação que muitos transformam em um grande espetáculo. Em vez disso, ele entregou uma peça de plástico com o rosto do filho. Ele manteve o mistério e ainda assim produziu uma imagem. A iniciativa foi considerada mais difícil de fazer e mais interessante de assistir.
Sobre Sarah, de 3 anos, que está a poucos dias de perder o posto de bebê da casa, há uma teoria: se o segredo do sexo vazar antes do parto, a suspeita recairá sobre a criança, já que, segundo a brincadeira, uma criança de 3 anos não assina termo de confidencialidade.


